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O pré-natal para uma gravidez segura

Gravidez não é doença, mas é necessário ser acompanhada para garantir a saúde da mãe do bebê.

O número de consultas de pré-natal no Brasil atingiu 19,4 milhões em 2009 – aumento de 125% em relação a 2003, quando foram registradas 8,6 milhões. Embora os números sejam otimistas, ainda há mulheres que procuram o médico apenas na hora do parto. Mas é bom saber que o acompanhamento durante e até antes da gravidez pode evitar problemas tanto para a mãe quanto para o bebê. Segundo o ginecologista e obstetra Sergio Bigolin, cooperado da Unimed Erechim, a orientação de procurar o médico antes da gestação é cada vez mais recomendada para que os exames laboratoriais de pré-natal possam ser realizados e, se houver alguma alteração que requeira tratamento, este possa ser feito antes. “Quanto mais cedo a gestante procurar um serviço de saúde, melhores são os cuidados com o bem-estar e o nascimento de um filho saudável”, completa o médico. Há, por exemplo, a indicação do uso do ácido fólico durante o período que compreende os dois meses anteriores até o terceiro mês completo de gestação. O uso do ácido fólico está relacionado com a proteção na formação do sistema nervoso central do feto. “Outra importância da consulta prévia da gestação é na orientação quanto aos hábitos de alimentação, ao não uso de fumo e álcool e outras drogas como: medicamentos, exposição à irradiação e agrotóxicos”, explica Bigolin.

Durante a gravidez, a indicação é de que se realize uma consulta por mês e sejam realizados exames laboratoriais, ecografia e outros exames que podem ser solicitados para cada mulher, conforme a evolução da gestação. “O bom acompanhamento do médico obstetra e principalmente a busca da gestante por este serviço poderá prevenir ou minimizar muitos problemas decorrentes da gestação, tanto para a gestante quanto para o feto. Cabe ao médico identificar e abordar esses problemas durante a gestação, tais como: hipertensão arterial na gravidez, diabete gestacional, trabalho de parto prematuro e sangramento no final da gestação, entre outros”, finaliza o médico.